Japonês é tudo igual? O cérebro nosso de cada dia explica…

É tudo igual?!

Nara Kindergartens, Japan
Creative Commons License photo credit: grumpyoldscotsman

Já comentei aqui sobre aquela velha afirmação que todos os ocidentais teimam em dizer sempre: “-que japonês é tudo igual!” e que não conseguem diferenciar o Tanaka do Akira e vice-versa! Mas isso tem explicação! É apenas uma falta de treino do nosso cérebro, no caso, no cérebro dos brasileiros ocidentais. E explica também o fato de que eu consigo ver as diferenças.

A explicação eu encontrei em um artigo no site O Cérebro Nosso de Cada Dia“, de autoria da neurocientista Suzana Herculano-Houzel, não lembrou dela? Mas agora vai lembrar: ela apresenta / apresentava o quadro NeuroLÓGICA no Fantástico, domingo à noite na Rede Globo. ;-)

Segundo o artigo, o nosso cérebro guarda “padrões” dos rostos que ele vê durante sua vida, então alguém criado em um ambiente onde só existem padrões de rostos ocidentais (com olhos redondos…) vai ter uma maior capacidade de perceber as diferenças entre os rostos de  padrão ocidental e claro, isso é muito útil para perceber um japonês na multidão no Brasil, mas perceber a diferença entre vários em uma rua de Tóquio, daí já é trabalho para nativos orientais ou eu que nasci na colônia nipônica aqui no Brasil… ;-)

:idea: Se quiser entender mais, leia o artigo completo em “Por que todos os japoneses parecem iguais?“.


1 Response to “Japonês é tudo igual? O cérebro nosso de cada dia explica…”


  • Interessante, nunca tinha parado pra pensar nisso. Eu cresci numa cidade onde existem muitos, mas muitos japoneses mesmo. Maringá, no interior do Paraná. A colônia japonesa aqui é gigantesca e a influência da cultura nipônica é muito forte em nossa cidade. Talvez por isso eu também não sinta dificuldades em reconhecer feições orientais.

    Mas uma coisa que eu já havia notado é que existem padrões de rostos. Às vezes eu vejo umas pessoas que me parecem extremamente parecidas apesar de saber que são muito diferentes umas das outras. E digo mais, os padrões não são tantos assim. Somos muito mais “iguais” uns aos outros do que imaginamos.

    Legal o post! :D

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